Quando a poesia decide se calarReside ainda no artista
O sopro de um sarau
Vivo sobre rabiscos
Em guardanapos de papel.
Pois a essência não morre
Ainda busca...
A poesia agora dorme,
Dilacerada pela inocência,
Mas livre de qualquer ponto final
A poesia, todos sabem,
Sempre renasce
Seja qual for o leito do rio...


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