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MINHAS REFLEXÕES

quarta-feira, 4 de julho de 2007

¿Donde miras?

Dias longos
Estradas abertas
Velocidade máxima
Onde parar?
Não importa.

Regras sem registros
Algarismos mistos
Um único prefixo
Ainda meio embaralhado

Relógios piando
Rodopiando
Mundo girando

Olhos para baixo
Um único pensamento
Não, isso realmente não importa.

Cada tecla vale um biscoito
É..., daqueles da sorte
Diga apenas um número.
Nem precisa ser grande.
Que tal o número da sorte?
Pode ser uma letra também.

Mas por que parar?
Para onde estamos indo?
Olhos para frente.
Há uma direção.
Sei que estão vidrados.
Mas onde anda essa mente?

Com certeza não sei.
Mas que vá adiante.
Que signo é o teu?
Nunca fui bom em astrologia mesmo
Mas posso ler algo para ti.
As suas mãos, que tal?
Não, melhor não. Que tal os pés?
É verdade! Sejamos humildes.
Comecemos de baixo.

Eles dizem que tem uma longa estrada percorrida.
E que muitas vezes eram de terra vermelha.
Dizem também que já se acostumaram a andar.
Na verdade, não conseguem parar.
Estão viciados em percorrer longos caminhos.
Para que parar?

Já não acredito em tudo que vejo.
Olhos para os lados
Lados opostos
Postos entrepostos

Olhando para dentro.
Alimentando o ego.
Pense bem, bem lá no fundo.
Fundamente uma idéia.
Agora relaxe.
Curta esse momento.
Parece real, não é?
Pois digo que é.

Olhos para o céu.
O que tem lá?
Ahn, só isso.
Olhe bem, veja bem, convenhamos.

Diga-me o que tem depois do azul.
Não precisa me dizer em cores.
Pode traduzir em metáforas.
É. Acredite, posso ver.


Olhos abertos, e bem abertos.
Arregalados.
De susto? Imagina?!
De emoção.

O que gera isso na realidade?
Já disse, não importa. Não mesmo.

E se, hoje, saísse sem destino?
Para onde iria?
Te peguei!
É claro que não sabe.
Mas eu sei.

Consigo até escutar uma canção.
É claro, sempre há uma trilha sonora.
Aquela música.
Só mais um pouquinho.
Que tal aumentar o volume?

Olhando para o nada.
Mas o nada existe?
Bem, então isso já é alguma coisa, não é?
De que importa?

Alguns dias permanecem frios.
Outros nem tanto.
Nada como um delicioso café
Quentinho em pleno o inverno.

Me esqueço as vezes que nem gostas de café, não é?
De que importa?

O importante é se manter aquecido.
Sempre.
Seja só ou muito bem acompanhado.

Sinto um sabor.
Algo como, não sei dizer ao certo.
Doce ou salgado.
Só sei que é bom, isso é o que importa.

¿Donde miras?


Por que parar?
Continuemos a nossa jornada...


Sobre a estrada velha, de poeira e fumaça, o mensageiro ainda repassa.

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Algumas referências

Em Dança, Artes Cênicas e Música

Barbatuques

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Uakti

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